quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Poderosas da semana - Princesas Reais

Princesa Victoria da Suécia  (herdeira do trono e futura rainha)

 

Princesa Mary da Dinamarca

 

Princesa Máxima da Holanda

 

Princesa Madeleine da Suécia

 

Princesa Letizia da Espanha

 

Princesas Caroline e Stephanie de Mônaco

 

Princesa Alexandra de Luxemburgo

 

Princesa Mathelda de Liechtenstein

 

Princesa Masako do Japão

 

Princesa Majeedah do Brunei

 

Princesa Haya dos Emirados Arabes

Cesta Básica - Entre corredores e prateleiras dos supermercados

Danoninho – potinho 360g - R$3,08

 

Mix de cerais Sentir Bem – pacote 250g – R$ 2,98

 

Chocolate Nestlé – tablete  160g – R$ 5,28

 

Panetone Bauducco – unidade 400g – R$ 9,78

 

Bombons Lacta Sucesso – caixa – R$6,28

 

Biscoito Cream Cracker Marilan – 400g – R$ 1,88

 

Geléia Queensberry – 320 g – R$6,58

 

Presunto de Peru Perdigão – quilo – R$ 7,96

 

Filé de Merluza Alaska – 500g – R$ 8,74

 

Queijo Processado Polengue fatiado – quilo – R$ 15,88

 

Fonte – Promoções do Hiper Bom Preço validas até 11 de novembro

agenda zen

Reencontro – vivência para casais a ser realizada na Chapada Diamantina. O encontro terá como focalizadoras Cristina Piauhy, psicóloga, Vânia Meireles, psicoterapeuta, e Virginia Freitas, psicoterapeuta. Saída, dia 19 de novembro e retorno a Salvador 22 de novembro. Local: Flor de Lótus, spa holístico.  Vagas limitadas, informações pelo telefone 3358-8585.

 

Curso de Bonsai – quem tiver interesse em aprender a fazer bonsai (aquelas miniaturas de árvores frutíferas e ornamentais) pode procurar a Academia Budokan. O curso inclui aulas práticas. Endereço, Alameda Benevento, 125, Pituba telefone 3494-0210.

 

Celebração de Ano Novo – entre os dias 31 de dezembro e 3 de janeiro no Lothlorien, vale do Capão, com as facilitadoras Ainda Gláucia Baruch e Sonia Christophe. O Lothlorien oferece tratamentos de geoterapia, hidroterapia e fitoterapia, alimentação saudável,  praticas de exercícios físicos entre outros. Informações pelo telefone 3344-1129

 

Medicina Tibetana – acontece entre os dias 15 e 22 próximos no Lothlorien, Vale do Capão, o Retiro de Yuthok Nyinthig Ngondro, exposição de ensinamentos espirituais de yuthok. Entre os dias 26 e 5 de dezembro, curso de Ku Nye, massagem Tibetana. Maiores informações pelos telefones 3358-0372 e 8182-3640.

 

Círculo de Mulheres - Curando a Lua Interior - encontros semanais,  acompanhando as fases da Lua, de uma hora e meia. A cada mês, um novo ciclo,  ampliando e aprofundando as transformações. Existe uma sequência natural,  mas aberta a quem quiser participar. Serão adotadas além de conversa,  técnicas e dinâmicas específicas, sempre suaves e lúdicas. Incluído o uso do  oráculo Curando a Lua Interior, da autoria da focalizadora. Focalização :  Denise G Dinigre - Astróloga e Terapeuta Holística CRT 29092. Datas dos
Encontros às Quintas das 15 as 16h30 Local: Rua São Paulo, 682  2º Andar - Pituba - Salvador - Bahia.

 

Biodança – Técnica que promove o bem estar mental, emocional e físico, desenvolvendo coragem e alegreia de viver, entre outros. Com as facilitadoras Eliana Fonseca e Hilda Nascimento. Segundas 19h30 as 22h30 e terça das 19h30 as 22h30 na Sitorne, rua Frederico Edelveiss, Rio Vermelho. Telefones 3347-7089 e 9617-5422.  

sábado, 31 de outubro de 2009

Tamanho pequeno



Não contentes em vender roupas pequenas, as boutiques de Salvador resolveram vender sapatos pequenos. Entre numa dessas lojas e confira: sobram números 33, 34 as vezes 35. Encontrar sandalias acima de 36 fora de lojas especializadas em sapatos é um problema.

Será que já inventaram que é "errado" calçar acima de 36? Governo, olho neles, isso é discriminação.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Telas e Palcos: Pinceladas na programação

Alguem precisa dar um toque nos apresentadores da TV brasileira. Erros de português grosseiros tem sido ouvidos até na poderosa Globo. Outro dia, Ana Maria Braga soltou algo como "peça para eu". Fernanda Lima abusou tanto do "tu vai", "tu quer" que doeu nos ouvidos até de quem não liga para erros de concordância.

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Viver a vida aos poucos vai mostrando suas tramas. Está mais ou menos evidente que Tais Araujo não emplacou (pelo menos até agora) como protagonista. Alinne Moraes vai dando show a parte com sua Luciana. José Mayer está um galã muito ferino e mau humorado tratando as mulheres quase como lixo. Não dá.

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Apesar da atuação forçada de estrelas de ocasião como Heloisa Perissé e da vilã da vez Paola Oliveira (que está com a boca estranha parecendo que colocou excesso de botox, será?) Cama de Gato vem agradando ao público. Camila Pitanga como a doce Rose, Marcos Palmeira e os veteranos valem o esforço em acompanhar a historia.

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A Globo resolveu "colar" uma novela na outra a exemplo do que a Record já faz há algum tempo. Assim, mal a divertida Caras e Bocas termina já começa o dramalhão das nove, Viver a Vida. Falando em Viver a Vida as imagens da Jordânia valem os capítulos desta semana. Só não convence duas coisas, uma delas semana de moda em país mulçumano, segunda, uma modelete fazer questão de desfilar em Petra. Não convenceu.

Cesta Basica

Creme Dental Oral B – R$ 2,89

 

Sabonete Protex – R$ 5, 38

 

Nívea Bye Bye Celulite – R$ 37,96

 

Pomada Hipoglos Amentoa – R$ 5, 99

 

Shampoo Granado Bebê – R$ 6, 89

 

Listerine – R $ 9, 38

 

Fonte: Farmácia Santana

domingo, 13 de setembro de 2009

E ainda por cima, chovia

Fatima Dannemann


Manhã estranha. Seria uma sexta-feira qualquer se fosse outro mês. Se fosse outro ano. Não havia aviões desgovernados no céu. Mas havia sinais de guerra na terra. Não havia Osama, mas ladrões pé de chinelo. O dia era o mesmo, o décimo primeiro de um setembro e de ano impar, que somado dava 11. Coincidências que os cabalistas, fatalistas, mágicos adoram. Lá em Nova York, nos antigos escombros transformados em monumento, sobreviventes choravam a memória dos mortos no atentado as Torres Gêmeas. Aqui, junto às cinzas de ônibus queimados e postos de polícia metralhados, sobreviventes davam entrevista a televisão disfarçados e trêmulos de medo.

- A situação está sob controle, disse o governador da Bahia na televisão. Será que há controle numa sociedade onde a violência desgovernada corre solta banalizada pelas novelas e filmes? Bandidos sendo transferidos e um jornal estampando a manchete: já vai tarde. Mas a violência continua, disseminada entre os bairros da periferia, escondida nos lares e entre famílias onde pais espancam filhos, irmãos esmurram irmãs que acabam por se refugiar nos braços de meninas. O clima de terror pode até ter amainado. Mas a violência paira como uma sombra negra nos corações trazendo medo, fazendo senhoras idosas e pacatas vibrarem ao ver personagens (“bons”) de novelas espancando os vilões. Dá no mesmo, só que ninguém nota. “Bater em malvado, pode”, como diria aquela outra personagem.

Uma sexta-feira em que vestir branco passou em branco em alguns corações apavorados. Como se a sombra de Osama Bin Laden pairasse sobre a Bahia e ofuscasse o céu azul e o mar convidativo onde gregos e baianos fazem festa todos os verões. No supermercado, escuro, medo. “Calma, foi apenas a luz”, diz um funcionário meio sem graça. Perecíveis tirados as pressas. Calor. Reclamações, chão molhado. “Coincidência dar problema na energia justamente hoje. Será que foram os terroristas ou os bandidos?” Alguém ri achando improvável. Mas os telefones também dão pane. “Foi apenas a energia”, a caixa diz achando divertido.

A energia. Os esotéricos acendem velas e rezam. O karma está pesado. Hare baba! Preparativos para de noite assistir o final da novela. Sim, precisamos da fantasia, do colorido de uma Índia de mentirinha onde todos podem ser felizes para sempre. Quem dera. E surgem os palpites. Destinos de Surya, Yvone, Norminha, as “najas” da novela ganham mais destaque do que os ataques aos ônibus e postos de polícia em bairros distantes que ninguém visita. “Pobre vota. Nego esquece que pobre vota. E como vota”, reclama alguém no ponto de ônibus lotado. E ainda é apenas de manhã.
Chove. Sim, ainda por cima chove nesta manhã de sexta-feira de um mesmo dia quando a turma de Osama resolveu abalar o império Americano. A águia tremeu ao ver as torres caírem. Aqui, o terror durou mais tempo. E como os aliens do filme, começaram os ataques no Dia da Independência. Um sete de setembro vermelho, não como a bandeira de um certo partido, mas como um sinal de alerta. Um sete de setembro negro de fuligem e com cheiro de bala. Um clima de terror que se prolongou por vários dias e afetou a cidade inteira.

Violência. Banalizaram a violência assim como banalizaram o sexo e criaram-se comportamentos bizarros que nem Freud, nem Jung explicam. Violência em escola, nas famílias, nas ruas, entre vizinhos, na fila do banco, em porradas e em farpas destiladas em e-mails. Comportamos que desunem. Tribos estranhas que se multiplicam e criam guerrilhas particulares até em shoppings. “Estamos numa época de desamor”, alguém disse na noite dessa sexta-feira negra. Um dia triste. Sem luz no mercado. Com telefones mudos. E ainda por cima, chovia.


Salvador – 13 de setembro de 2009